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Médicos da América Latina confiantes de que as vacinas vão acabar com a pandemia.

 

RELATORIO COMPLETO 

 

RESUMO

Em 31 de março de 2021, durante o evento Transformation and Trust da ESOMAR, a Fine divulgou os últimos resultados do estudo COVID-19 Tracking.

Isso faz parte de uma iniciativa lançada em março de 2020 e que envolveu respostas de mais de 13.000 médicos em 16 países.

O relatório da 6ª onda ocorrida em março de 2021 teve como base uma amostra de 2.451 médicos do Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile e teve como foco as vacinas.

A pesquisa primeiramente detalha uma evolução dos principais desafios dos médicos, mostrando que a queda no número de pacientes atendidos, embora relevante para muitos e ainda representando em média uma queda de 28% em relação aos níveis pré-pandêmicos (27% para Brasil), não é mais o principal desafio para a maioria dos médicos como era em 2020. Na verdade, a sobrecarga de trabalho surge como um desafio crescente.

Sua principal preocupação atual continua sendo o risco de infecção no contexto da interação entre médicos e pacientes. Esta preocupação é consistente com o fato de que quase 60% (68% no caso do Brasil) estiveram em contato com pacientes infectados na semana passada e que a incidência de COVID-19 na população médica é alta e muitas vezes a proporção da população em geral (na data da pesquisa 21% dos profissionais de saúde participantes foram diagnosticados com COVID), especialmente no México, onde 30% dos profissionais relatam ter sido infectados. No caso do Brasil 22% dos 823 médicos participantes tem sido infectados.

Na época da pesquisa (9 a 10 de março), 73% dos médicos da região relataram ter recebido pelo menos uma dose da vacina COVID-19 e 43% as duas doses. Este nível de cobertura vacinal de profissionais com pelo menos uma dose, era maior no Chile, Brasil (86% vacinados e 27% do total receberam 2 doses) e Argentina, enquanto mal cobria apenas cerca de metade dos profissionais na Colômbia e no México.

Os médicos na América Latina estão mais confiantes de que as vacinas acabarão com a pandemia, considerando que as evidências que as sustentam são sólidas e que a qualidade das vacinas disponíveis na região é semelhante à da Europa e dos Estados Unidos.

Além disso, metade dos médicos tem grande confiança na segurança das vacinas e a outra metade acredita que, embora não sejam totalmente seguras, a vacinação ainda é mais benéfica para a população. Consequentemente, 95% dos médicos recomendam a vacinação a seus pacientes.

Em relação às opções de vacinas específicas, a vacina da Pfizer claramente lidera regionalmente, seguida por Astra Zeneca, Sputnik (forte na Argentina e no México, mas marginal no Brasil e Chile), Moderna, Janssen e Sinovac. No caso do Brasil as preferências aparecem divididas entre Pfizer, Janssen e Astra Zeneca.

Os principais motivadores que geraram confiança para as diferentes vacinas foram aqueles que contribuíram para construir localmente uma história de evidência confiável. Em outras palavras, os mais confiáveis ​​são aqueles que os médicos acreditam que mostram bons resultados nos estudos de fase três em relação à segurança, eficácia geral e eficácia para reduzir casos graves e mortalidade.

A capacidade de lidar com novas variedades parece ser menos relevante, mas é provável que seja afetada pelo fato de que nenhuma vacina “possui” esse atributo o que destaca um cenário de risco potencial.

O prestígio do pais de origem e a reputação do fabricante são relevantes, mas nem sempre decisivos e, por exemplo, o Sputnik na Argentina ou a Sinovac no Chile obtêm altos níveis de confiança, mesmo quando são avaliados comparativamente mais baixos nessas variáveis ​​de prestígio.

Embora a confiança nas vacinas seja alta em geral, a confiança nos governos e nos planos nacionais de vacinação é significativamente menor.

Apenas 20% dos médicos concordam totalmente ou até certo ponto com as políticas de saúde em vigor. Brasil tem o menor valor dos países analisados conseguindo as políticas apenas apoio do 13% dos médicos. Eles estimam coletivamente que cerca de metade da população seria vacinada até o final de 2021 e que levaria cerca de 20 meses para controlar a pandemia. O programa WHO COVAX também não gera muitas expectativas.

Os médicos chilenos são significativamente mais otimistas do que seus pares da região em sua avaliação da gestão das políticas de saúde, especialmente no que diz respeito aos planos de vacinação nos quais têm confiança quase unânime. Eles estimam que em 11 meses a pandemia estará definitivamente sob controle no país (é cerca de metade do tempo estimado por seus pares na região) e que 77% da população estará vacinada até o final do ano.

A pesquisa também avaliou o papel da indústria farmacêutica no contexto da pandemia. Um setor que tradicionalmente tinha uma imagem mais criticada nas pesquisas parece estar revalorizado e 6 em cada 10 médicos afirmam que o desenvolvimento de vacinas tem contribuído para melhorar a imagem do setor, principalmente da Pfizer, Astra Zeneca e Jannsen.

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MÉDICOS INTERESSADOS EM RECEBER VISITAS PRESENCIAIS DE REPRESENTANTES DA INDÚSTRIA

 

Essas e outras informações constam no último capítulo sobre as relações com a indústria farmacêutica incluídas no tracking do COVID-19 que a Fine Research desenvolveu ao longo de 2020.

Ao ler este relatório, você conhecerá as últimas notícias, como:

– Metade dos médicos latino-americanos está interessada em receber visitas de representantes farmacêuticos pessoalmente agora, e 9 em cada 10 gostariam de recebê-las assim que a pandemia for controlada.

– 4 em cada 10 médicos dizem que introduziram novas terapias em sua prática durante a pandemia.

Clique aqui para baixar o relatório do capítulo sobre visitas da industria gratuitamente para ver as tendências emergentes e como elas variam para Brasil e outros paises e nas diferentes especialidades médicas.

Sobre esta iniciativa

Desde março de 2020, a Fine Research tem executado uma série de ondas de rastreamento em torno do impacto do COVID-19 em profissionais de saúde na América Latina, incluindo mais de 11.000 entrevistas em 15 países diferentes.

Amplamente publicado na imprensa e na mídia de diversos países, bem como em artigos e webinars patrocinados por fóruns da indústria de pesquisas de mercado como Fundação ESOMAR, Esomar News, EphMRA, Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, Sociedade  Brasileira de Profissionais de Pesquisa de Mercado e GreenBook.

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Médicos da região percebem o medo de infecção na consulta como um risco de saúde

 

 

Novembro 2020

Não tem dúvida de que o medo à infecção influenciou na luta contra a pandemia. Na ausência de tratamentos eficazes ou na implementação de vacinas confiáveis e aprovadas, a resposta social à pandemia tem sido um dos impulsos dominantes que definiram as curvas de contágio nas diferentes sociedades durante o ano 2020. Aqueles que por medo de se infectarem, eles ou os seus familiares e amigos, adotaram comportamentos para minimizar riscos, como o distanciamento social, o uso de proteção ou a limitação das atividades sociais, têm tido menos probabilidade de infecção.

No entanto, um estudo recente realizado pela Fine Research, feito com mais de 2.500 médicos na América Latina mostra que esse mesmo medo à infecção também tem um efeito negativo na saúde. Nesse estudo, os médicos estimaram que, antes da pandemia, cerca de 7 em cada 10 dos seus pacientes conseguiam cumprir adequadamente o tratamento prescrito.

Quando questionados sobre a adesão atual dos pacientes aos seus tratamentos, eles estimaram que ela diminuiu e que apenas 6 em cada 10 continuam com o seu tratamento. E isso está afetando a múltiplas doenças de alto risco, como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes ou HIV.

O mais inquietante é que as razões do “não cumprimento” também mudaram abruptamente. Enquanto no passado as principais razões para a baixa adesão ao tratamento eram as restrições de acesso ao tratamento, incluindo o alto custo dos medicamentos, a burocracia ou falta de aprovação das melhores opções de tratamento disponíveis, atualmente a maioria dos médicos afirmam que a principal razão para a baixa adesão ao tratamento é simplesmente que os pacientes têm medo de se contagiar durante a consulta.

Na região, a mesma pesquisa mostra que o número de pacientes atendidos por médicos se reduz um 35% em outubro, em relação aos níveis pré-pandêmicos. Esta é, de fato, uma recuperação se compararmos a forte queda do 61% observada em uma medição anterior em maio, mas também mostra que o efeito agregado terá um impacto significativo na saúde da população.

Além disso, o medo atinge não apenas aos que têm um diagnóstico, mas também aos que correm o risco de contrair uma doença. Os médicos declaram que estão realizando menos da metade dos exames cardiológicos e aproximadamente um terço dos exames de câncer de próstata e de mama, que faziam antes da pandemia. Obviamente, isso significa um número provavelmente maior de eventos cardiovasculares ou cânceres detectados tardiamente que possivelmente afetarão as taxas de mortalidade.

Consequentemente, quando olhamos por especialidade, os cardiologistas, hematologistas e oncologistas são os mais preocupados com o impacto potencialmente letal da falta de atendimento presencial, o que poderia colocar mais da metade de seus pacientes em risco. No outro extremo, poucos psiquiatras enxergam risco semelhante, com a vantagem adicional de serem eles os que mais percebem a consulta virtual como uma boa alternativa para a sua prática no contexto atual e também no futuro.

Em relação às infecções pelo COVID-19, os hospitais são percebidos como os de maior risco, principalmente as áreas de internação, principalmente se forem centros públicos e de referência para o atendimento do COVID-19. Em comparação, o atendimento que ocorre em consultório médico, clínicas ou áreas ambulatoriais separadas do hospital, torna-se uma opção mais segura não apenas com base na avaliação dos médicos, mas também nos níveis de contágio que se registraram nos mesmos profissionais ou nos seus pacientes nos diferentes ambientes de trabalho.

Em suma, os dados desta pesquisa com médicos da América Latina mostram que o sistema de saúde precisa continuar desenvolvendo protocolos para um atendimento seguro e comunicá-los de maneira adequada para que não só o risco de infecção seja minimizado, mas também para que os pacientes possam ganhar confiança e retornar à consulta médica para um acompanhamento adequado da sua saúde.

Clique aqui para fazer o download gratuito do relatório completo para conhecer as tendências emergentes e como elas variam entre os diferentes países e especialidades médicas. Os resultados incluem detalhes sobre a transformação da prática médica e as relações dos profissionais de saúde com a indústria farmacêutica, entre outros insights.

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O número de pacientes se recupera, mas permanecem baixos controles e aderência

 

 

Novembro 2020

Compartilhamos os resultados da nossa última pesquisa sobre o Impacto do COVID-19 no Trabalho Médico, concluída no final de outubro, onde você pode ver os dados do Brasil e em toda América Latina.

As principais conclusões são

1. O risco de contágio de médicos ou pacientes na prática profissional continua a ser o principal desafio, junto a queda do número de pacientes tratados, que, no entanto, se recuperou no país em relação às medições anteriores.

2. A queda no atendimento ocorre com todos os tipos de pacientes, e é particularmente acentuada nos controles/exames, por exemplo, o número de controles do câncer de mama no Brasil é a metade comparado aos níveis anteriores à pandemia

3. Os profissionais brasileiros estimam que apenas 61% de seus pacientes estão tendo adesão adequada aos tratamentos, contra 70% estimados na pré-pandemia, sendo o principal obstáculo o não comparecimento à consulta por medo de contágio.

4. A maioria dos médicos que trabalham em consultório particular define o contágio neste ambiente como improvável.

5. 13% dos profissionais entrevistados no Brasil foram diagnosticados com COVID-19, chegando ao dubro o risco da aqueles na linha de frente (compartilharam mais de 10 horas com pacientes infectados na última semana).

6. O atendimento não presencial representa hoje 13% das consultas sendo o nivel mais baixo da America Latina, embora se espera que esse tipo de atendimento virtual continue nesse nivel no futuro.

Para ver o relatório completo e os dados do país e especialidade, você pode clicar AQUI

 

Agradecemos a ampla participação dessas consultas.

De nossa parte, manteremos o compromisso de continuar a revelar e compartilhar a voz relevante dos médicos neste momento.

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Estudo desenvolvido pela Fine Panel para a Save the Children identifica os principais desafios da saúde na Venezuela

Amsterdã, agosto de 2020. Traduzido do inglês do texto publicado na Research World 

 

Projeto Prioridades Saudáveis: um chamado à ação para a crise de saúde na Venezuela (Autor – Diego Casaravilla)

“Atualmente o sistema de saúde se tornou uma prática de medicina de guerra”, a citação pode soar como uma declaração de um médico no auge da pandemia COVID-19 em uma cidade particularmente devastada. Mas na realidade isso foi afirmado por um médico na Venezuela, alguns meses antes do inicio do surto em Wu Han, na China.

A crise de saúde humanitária na Venezuela não é nova e tem sido um tópico generalizado na mídia por algum tempo. Mas o que realmente está acontecendo no país? Os relatos desse drama são baseados em relatos limitados, principalmente de pessoas que estão deixando o país e de atores internacionais que potencialmente têm sua agenda política.

Por outro lado, relatos objetivos também são desafiados pelas dificuldades de obter respostas honestas em um contexto de cidadãos temerosos de compartilhar suas opiniões com um entrevistador usando qualquer abordagem de campo tradicional.

Para superar essas limitações, três agências de pesquisa independentes, Fine Research, Reckner Healthcare e Toluna, uniram forças, reunindo seus painéis de médicos (Fine Panel / Reckner) e da população em geral (Toluna) em uma iniciativa pro bono apoiada pela Fundação ESOMAR. A iniciativa teve como objetivo fornecer à Save The Children informações imparciais que ajudarão a melhorar a implementação de seus projetos nas fronteiras do país.

Nas palavras de Marco Gastaut da Toluna: “Este projeto me fez refletir sobre como a liberdade de expressão pode ser facilitada por meio de entrevistas online. O uso de outros métodos de pesquisa, como entrevistas pessoais, seria extremamente desafiador porque os entrevistados não se sentiriam à vontade para responder a perguntas sobre as condições de saúde ou a qualidade do serviço prestado pelo sistema nacional de saúde.

Wale Omiyale da Confirmit, que contribuiu para a plataforma de pesquisa, também acrescentou: “Este projeto pro bono mostra como as tecnologias originalmente criadas para pesquisas de opinião podem ser usadas para gerar evidências independentes, apesar dos sérios desafios políticos. Neste caso, dá conta da situação da saúde na Venezuela e ao mesmo tempo apóia as causas humanitárias ”.

Da desnutrição aos riscos de epidemia

Para fornecer um contexto adequado para a pesquisa, entrevistamos cidadãos e profissionais de saúde não apenas na Venezuela, mas também em outros mercados regionais (Brasil, México, Colômbia, Argentina e -apenas médicos- nos Estados Unidos). [1]

Descobrimos que muitos países da região parecem ter problemas nutricionais aparentemente opostos. Por um lado, os médicos relatam níveis relativamente elevados de obesidade e diabetes, por outro, isso não impede a presença de desnutrição e anemia.

Na Venezuela, os valores de obesidade eram mais baixos do que no resto dos países, no entanto, este país dobrou de forma preocupante os valores regionais de desnutrição e prevalência de anemia.

Como confirmação da visão profissional, os cidadãos venezuelanos comuns identificaram um nível mais alto de desnutrição percebida em si mesmos ou em qualquer membro da família (27% em comparação com uma variação de 5-12% nos demais países latino-americanos).

Os médicos venezuelanos também identificam problemas críticos em termos de acesso limitado a exames básicos, falta de aprovação de novos tratamentos e alto custo dos medicamentos. Porém, seu principal desafio é a falta de materiais e medicamentos no local de trabalho, que também é três vezes a média regional.

Finalmente, um risco de epidemia deve ser considerado no contexto atual. Este levantamento pré-pandêmico já lançou sérios alertas sobre a falta de preparo das Américas para enfrentar uma epidemia, algo que eventos posteriores infelizmente confirmaram.

Os valores negativos foram mais extremos na Venezuela, onde quase metade dos médicos (e metade dos cidadãos) afirmou que o país não tinha preparação. Triplicando a média regional, os principais problemas foram a organização do sistema de saúde, a falta de políticas de atenção aos mais vulneráveis, a falta de protocolos, sistemas de alerta e formação, bem como o acesso a redes internacionais de solidariedade humanitária.

Os níveis de doenças epidêmicas endêmicas relatados no país são geralmente os mais altos da região junto com o Brasil. Especificamente, ambos os países compartilham uma presença significativa de dengue. Embora a malária tenha naturalmente uma prevalência mais baixa, é na Venezuela que a maioria dos casos de malária foram relatados.

Conclusões e aprendizados

Os resultados fornecem fortes confirmações de que, na opinião dos profissionais de saúde e da população em geral, o sistema de saúde venezuelano enfrenta deficiências críticas com métricas significativamente mais negativas do que o resto da região em termos de:

– Limitações no acesso a medicamentos e materiais essenciais em centros de atendimento.

– Problemas de desnutrição e anemia associados às más condições de vida da população

– Vulnerabilidades em termos de possíveis riscos de epidemia devido à má organização do sistema de saúde, falta de políticas, protocolos e sistemas de alerta adequados.

Esta pesquisa confirma a dramática situação da população venezuelana, no contexto da região, dando um forte apoio para a relevância do apelo Save The Children.

Como disse David Reckner, presidente da Reckner Healthcare, “Os resultados mostram o poder da pesquisa primária como uma ferramenta para compreender o mundo, os médicos como o recurso mais valioso para compreender o bem-estar mais amplo de uma região e, tragicamente, a necessidade absoluta para organizações como a Save The Children “.

Também foi uma excelente oportunidade para pesquisadores fazerem parcerias com o setor sem fins lucrativos. Razvan Bondalici, Gerente de Programa da Fundação ESOMAR e um apoiante entusiasta desta iniciativa, disse: “Era difícil imaginar que esta iniciativa fosse ainda mais relevante agora do que quando começou em setembro de 2019. O acesso aos serviços de saúde continua crítico em Venezuela, situação que infelizmente está se espalhando para os países vizinhos com a chegada da pandemia Covid-19. Nestes tempos turbulentos, é mais essencial do que nunca dirigir nossa atenção para aqueles que mais precisam. ”

O vídeo a seguir analisa as principais percepções do estudo e mostra o maravilhoso trabalho que a Save The Children fez por essas crianças e suas famílias em condições críticas.

Para encerrar, Ana María Méndez, Diretora Nacional de Arrecadação de Fundos para esta ONG na Colômbia, compartilhou: “Na Colômbia, temos uma grande lacuna na prestação de serviços básicos e, além disso, migrantes venezuelanos, refugiados e comunidades anfitriãs agora enfrentam uma impacto triplo: migração, COVID-19 e deslocamento devido a conflito armado. A necessidade de apoio aos filhos nunca foi tão grande e não podemos falhar. As crianças podem enfrentar consequências imediatas e ao longo da vida para sua saúde, desenvolvimento e futuro. Não podemos permitir que essas vidas se tornem o custo oculto da pandemia. O coronavírus está mudando o mundo, mas não o nosso compromisso, e vamos continuar a fazer o que for necessário para salvar a vida das crianças. ”

Envolva-se e junte-se à causa em www.savethechildren.org.co ou envie um e-mail para Anamaria.mendez@savethechildren.org

[1] A amostra final consistiu de 1.130 cidadãos regulares com mais de 18 anos de idade do Brasil, México, Colômbia, Argentina e Venezuela (incluindo 311 residentes na Venezuela) e 1.320 médicos, incluindo médicos de atenção primária e especialistas dos Estados Unidos. e dos mesmos países latino-americanos (dos quais 120 eram venezuelanos).

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Usando a inteligência artificial para comprender os desafios emocionais dos profissionais de saúde na era COVID-19

Imagine que você precisa executar um projeto quanti em larga escala sobre o impacto do COVID-19 na profissão médica e, especificamente, sobre as emoções dos médicos.

Você gostaria de entrar em campo o mais rápido possível e está no meio da pandemia.

Não tem tempo para pesquisas tradicionais de qualidade, mas você deseja garantir que sua futura pesquisa quantitativa não perca nenhum ângulo relevante.

O que você pode fazer? E se você usar um moderador que possa conversar com mais de 80 médicos em 5 dias?

Bem, foi exatamente isso que fizemos. Chegamos rapidamente aos médicos através do nosso painel de médicos e eles tiveram um bate-papo com CRIS, o moderador virtual criado pela empresa canadense Delvinia e, em questão de dias, obtivemos as informações de que precisávamos!

O mais surpreendente foi que o CRIS, nosso amigo de Inteligência Artificial, nos ajudou a revelar algumas dimensões emocionais, como a dificuldade dos médicos brasileiros em acalmar as ansiedades de seus pacientes ou os diferentes tipos de medos que estão enfrentando.

Você pode fazer o download do relatório baseado nos inputs da CRIS, montado pelo nosso analista (HUMANO!) e fique atento para ver em breve os resultados quantitativos que vão reportar as respostas de mais de 1600 médicos do Brasil e além de 5000 na América Latina!

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PROJETO DE PRIORIDADES SAUDÁVEIS: UMA VISÃO ANTICIPATÓRIA E COMPLEMENTAR DAS PREOCUPAÇÕES COVID-19

 

 

Em um projeto realizado três meses antes do início do surto em Wuhan, com uma ampla pesquisa com cidadãos e profissionais de saúde do Brasil, Argentina, México, Colômbia, Venezuela e Estados Unidos, coletamos informações sobre as prioridades do sistema de saúde nas Américas.

O projeto mostrou antecipadamente a expectativa da população diante de uma epidemia que eles viam como um evento provável, a pouca preparação que mais tarde seria confirmada mais tarde antes desse evento, tanto na América Latina como nos Estados Unidos, e também as outras situações epidêmicas da região (dengue, zika, chikungunya, zika, chagas, malária etc.), problemas relacionados à nutrição, obstáculos enfrentados pelos pacientes e os principais desafios para os profissionais de saúde.

Isso ajuda a definir uma visão mais abrangente do sistema de saúde e seus dilemas da perspectiva dos cidadãos e de quem pratica atividade médica.

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COVID-19 – Pesquisa da Fine Panel sugere que proteger pessoas com patologias anteriores reduziria significativamente a fatalidade

 

 

Esta conclusão é alcançada após a análise dos dados da “Pesquisa Médica Regional sobre COVID-19”, realizada em 13 países da América Latina, com 2.253 profissionais médicos incluindo 530 do Brasil.

Dentro dos  médicos, o estudo analisa especificamente aqueles profissionais que atualmente  estão tratando pacientes diagnosticados com COVID-19 e, ao descrever cerca de 421 pacientes nas condições mais críticas, identifica que, diferentemente do observado na Europa, é possível que na América Latina a composição etária esteja mudando, e não sejam pessoas com idade acima de 65 anos, o perfil mais numeroso de pacientes críticos.

 

No estudo, o segmento de mais de 65 anos constitui apenas um quarto do grupo de condições críticas, enquanto metade são pacientes entre 40 e 65 anos de idade.

E, como esperado, aqueles com menos de 18 anos parecem ser relativamente mais imunes ao agravamento da condição (eles representam apenas 3% dos pacientes em estado crítico), pacientes mais jovens entre 18 e 39 anos ainda representam 18% da população. pacientes atualmente internados ou que possam necessitar de hospitalização de acordo com o julgamento clínico do médico.

Isso é uma boa notícia, já que a mortalidade é realmente concentrada nos idosos, conforme registros públicos. Seu menor peso na hospitalização pode ser explicado por uma combinação da demografia mais jovem da América Latina e também pelo relativo sucesso da política de isolamento dos idosos que muitos países latino-americanos implementaram em um estágio inicial da propagação da doença.

No entanto, outro grupo de risco parece não ter sido protegido tão bem.

As pessoas que sofrem de outras patologias (diabetes, problemas respiratórios, pacientes cariológicos e imunossuprimidos) são, um grupo relativamente minoritário na sociedade. No entanto, eles representam 61%  dos pacientes com COVID-19 em condições mais críticas, conforme relatado pelos médicos nesta pesquisa. Uma pesquisa de seguimento obteve um valor ainda mais alto, com até 80% dos pacientes brasileiros hospitalizados com tais comorbidades, sendo a diabetes a principal.

Caso esses dados sejam confirmados com mais evidencia, isto poderia tem um impacto relevante nas políticas para a contenção da pandemia.  O isolamento desses pacientes com comorbidades, não reduziria apenas a demanda pelos recursos hospitalares, mas – o que é mais importante – reduziria potencialmente a letalidade da pandemia.

O estudo também analisa em forma comparada a Brasil com o resto da América Latina, em quanto a avaliação dos médicos sobre as políticas implementadas  as medidas que conseguem maior adesão, o envolvimento da população no combate à pandemia, a avaliação da infraestrutura hospitalar ,  e a perspectiva do futuro.

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RESUMO DADOS BRASIL

Lembramos que, no contexto da emergência, o Fine Panel decidiu oferecer gratuitamente sua comunidade de profissionais de saúde e seus serviços de pesquisa para qualquer projeto no COVID-19 que seja util para as autoridades regionais e/ou  nacionais de saúde dos países onde temos recursos. locais, incluindo Argentina, Brasil, México, Colômbia, Chile e Uruguai.

Para qualquer necessidade de pesquisa relacionada, escreva para info@fine-research.com

 

A PESQUISA NA IMPRENSA

O Globo (Brasil) https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/medicos-brasileiros-estao-menos-confiantes-no-envolvimento-da-populacao-contra-covid-19-diz-pesquisa-24411122

Exame (Brasil)  https://exame.com/brasil/despenca-numero-de-medicos-que-acham-efetiva-politica-contra-covid-19/

O Vale (Brasil) https://www.ovale.com.br/_conteudo/brasil/2020/05/103176-medicos-brasileiros-estao-menos-confiantes-no-envolvimento-da-populacao-contra-covid-19–diz-pesquisa.html

Portal Hospital (Brasil) https://portalhospitaisbrasil.com.br/pesquisa-mostra-o-que-os-medicos-da-america-latina-pensam-sobre-o-coronavirus/

SEGS (Brasil) https://www.segs.com.br/saude/225860-pesquisa-mostra-o-que-os-medicos-da-america-latina-pensam-sobre-o-coronavirus

RESEARCH CHOICES (Amsterdam) https://researchchoices.org/covid19/findings/report/48/latin-american-physician-survey-on-covid-19

ESOMAR (Amsterdam) https://www.esomar.org/uploads/public/knowledge-and-standards/documents/ESOMAR-Management-of-Covid-19-Measures.pdf

Telam  (Argentina)  Agencia  de Noticias del estado  https://www.telam.com.ar/notas/202004/449280-medicos-aprueban-las-medidas-del-gobierno-nacional-contra-el-coronavirus.html

Diario Clarín (Argentina) https://www.clarin.com/buena-vida/medicos-aprueban-medidas-tomadas-gobierno-preocupa-disponibilidad-recursos-produzca-pico_0_ofyhhukWN.html

Diario Clarín (Argentina) https://www.clarin.com/mundo/critica-situacion-medicos-latinoamerica-agudizo-coronavirus_0_Kpck3yxQI.html

Pagina 12 (Argentina) https://www.pagina12.com.ar/258239-coronavirus-las-medidas-sanitarias-tienen-alta-aprobacion-po

Codigo Salud (Argentina) https://codigosaludonline.com/2020/05/02/covid-19-que-dicen-los-medicos-encuesta-regional/

El Economista (Argentina) https://www.eleconomista.com.ar/2020-04-informe-pide-menos-fundamentalismo-y-mas-metodos-cientificos/

Ipsos (Colombia) https://www.ipsos.com/es-co/encuesta-regional-medica-sobre-covid-19 

Proceso (Honduras) https://proceso.hn/actualidad/7-actualidad/la-critica-situacion-de-medicos-en-latinoamerica-se-agudiza-con-la-pandemia.html

Excelsior (Mexico) https://www.excelsior.com.mx/global/al-relaja-medidas-pero-sigue-amenaza/1379340

La estrella (Panama) https://www.laestrella.com.pa/nacional/200413/medicos-estiman-pandemia-durara-dos

ABC (Paraguay) https://www.abc.com.py/edicion-impresa/internacionales/2020/05/01/america-latina-debe-prepararse-para-lo-peor-de-la-pandemia-aun-por-llegar/

Gestion (Peru) https://gestion.pe/peru/coronavirus-para-89-de-medicos-peruanos-estan-poco-o-nada-listos-para-enfrentar-virus-noticia/

El Observador (Uruguay) https://www.elobservador.com.uy/nota/medicos-uruguayos-creen-que-el-pais-tiene-infraestructura-adecuada-segun-encuesta-regional–202048184157

La Diaria (Uruguay) https://salud.ladiaria.com.uy/articulo/2020/4/en-america-latina-los-pacientes-con-covid-19-mas-criticos-tienen-entre-40-y-65-anos-segun-encuesta/

Diario Libre (USA) https://www.diariolibre.com/usa/actualidad/la-critica-situacion-de-medicos-en-latinoamerica-se-agudiza-con-la-pandemia-BN18267457

Agencia AFP (INT) https://www.afp.com/es/noticias/838/esta-america-latina-preparada-para-lo-peor-de-la-pandemia-doc-1qw6r52

 

 

 

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COVID-19: Evidências do impacto na América Latina na visão dos profissionais da saúde

 


28 de junho de 2020

Em alguns países europeus a pandemia parece ter deixado para trás o pico  e a maioria das restrições está sendo relaxada, porém a situação está se tornando cada vez mais preocupante no Brasil e no resto da América Latina.

A OMS informou no final de maio que, pela primeira vez, essa região concentrou o maior número de novos casos diários, superando os Estados Unidos e a Europa. Apenas o Brasil é o segundo país do mundo em termos de total de infecções.

Dois meses antes do surto em Wuhan, na FINE, perguntamos aos médicos da América Latina e dos EUA sobre como os países estavam preparados para enfrentar uma epidemia. À luz do que sabemos hoje, os resultados se tornaram não apenas verdadeiramente chocantes, mas também tragicamente proféticos, confirmando a má preparação que já era evidente para a maioria dos médicos das Américas.

Com a confirmação da pandemia, a FINE decidiu iniciar uma série de projetos no COVID-19. O objetivo deste programa era disponibilizar suas capacidades de pesquisa e a plataforma de pesquisa médica on-line para apoiar o público, a comunidade médica, instituições, empresas e autoridades de saúde com evidências e conhecimentos úteis para enfrentar a pandemia,

A iniciativa financiada internamente pela FINE incluiu a realização de mais de 10.000 entrevistas com profissionais de saúde em 16 países da América Latina.

Foi concebido como um trabalho aberto e colaborativo, portanto, além do patrocínio da Fundação ESOMAR e da Save The Children, também recebeu contribuições de muitas empresas e organizações. A lista inclui: Confirmar, Delvinia, EBSCO HEALTH / DynaMed, Datum, Ipsos, Observatorio 87, PBG, Provokers, Unilever, Grupo de Marketing Farmacêutico, YOUNIVERSAL, Revista DIMM, Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) e pesquisadores individuais (ASBPM), bem como a sociedade global de pesquisadores de mercado e opinião (ESOMAR).

A Toluna e a Reckner Healthcare apoiaram a pesquisa pré-pandêmica e a M3 incorporou um projeto global interessante para a Universidade de Birmingham, com o objetivo de melhorar os testes COVID-19 que incluímos neste programa pro bono.

Os tópicos foram agrupados em quatro eixos principais: evidências em torno do COVID-19, avaliação de políticas públicas, idéias sobre o impacto na prática médica e futuros cenários pós-pandêmicos.

Algumas das principais lições foram:

1. No final de maio, a região estava polarizada entre os profissionais que acreditavam que as restrições deveriam ser gradualmente relaxados e controlados e aqueles que acreditavam que os controles deveriam ser mantidos ou até mais rigorosos.

2. O número de pacientes com COVID-19 relatados na pesquisa está de acordo com as informações públicas divulgadas pela OMS, confirmando que, no final de maio, os países mais afetados eram Brasil, México, Peru, Equador, Panamá e Chile. No entanto, as evidências de casos suspeitos e evidências sugerem altos níveis de subnotificação, principalmente no Brasil, Venezuela, Equador, México e Panamá. Embora os testes sejam considerados confiáveis, eles não são suficientes. Portanto, na maioria dos países, eles nem estão cobrindo pacientes em risco e com sintomas. Os testes também estão demorando um tempo de processamento significativo para o diagnóstico e a detecção adequados da rede de contatos infectados. Se o tempo de processamento do teste for de 1 a 2 dias nos Estados Unidos e na Europa, a média na América Latina é de 4 dias.

3. No final de maio, a maioria dos médicos viu os recursos hospitalares do Peru já estarem em colapso, incluindo a disponibilidade de leitos hospitalares, áreas de TI e respiradores. No Equador, Guatemala, México, Brasil e Venezuela, esses recursos foram percebidos como tendo um alto risco de colapso a curto prazo.

4. Apesar das limitações da infraestrutura hospitalar, na maioria dos países a região da América Latina melhorou, em comparação com os resultados observados em março, com a exceção significativa do Brasil.

5 A maioria dos pacientes hospitalizados é de pessoas que apresentam patologias preexistentes, principalmente diabetes, doenças cardiológicas ou respiratórias.

6. Em todos os países, há uma queda abrupta nos pacientes geralmente atendidos pelos profissionais de saúde, afetando significativamente a adesão a todos os tipos de doenças, incluindo câncer, HIV, diabetes e doenças respiratórias, cardiológicas ou autoimunes.

7. Os principais riscos percebidos pelos médicos estão associados à falta de material de proteção e à falta de protocolos. Os médicos precisam de treinamento claro, não apenas para o tratamento do COVID-19 e o uso de equipamentos de proteção, mas também para o atendimento de todos os tipos de pacientes, seja no hospital, no consultório ou virtualmente.

8. A pandemia afetou os médicos emocionalmente, e a grande maioria afirma que sofre de um ou mais dos seguintes efeitos: medo de infecção, ansiedade, cansaço, dificuldade para dormir, isolamento, ansiedade, incerteza ou irritabilidade.

9.  Os médicos na linha de frente são especialmente afetados pelo medo de infecções familiares e pessoais, pressão do ambiente de trabalho e fadiga.

10. O futuro imaginário após a pandemia implicará um impacto importante na saúde física e emocional da população, bem como uma profunda transformação do ecossistema de saúde e modalidades de assistência médica, com novos protocolos e um maior uso da telemedicina.

Seguimos atualizando as evidências, assim que sinta-se à vontade para entrar em contato se tiver idéias ou contribuições relevantes para apoiar este programa escrevenod a info@fine-research.com.

Pode clique aqui para obter uma cópia do relatório completo e ter acesso ao nosso webinar sobre “Desafios para profissionais de saúde em tempos de pandemia ”.

A PESQUISA NA IMPRENSA

O Globo (Brasil) https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/medicos-brasileiros-estao-menos-confiantes-no-envolvimento-da-populacao-contra-covid-19-diz-pesquisa-24411122

Exame (Brasil)  https://exame.com/brasil/despenca-numero-de-medicos-que-acham-efetiva-politica-contra-covid-19/

O Vale (Brasil) https://www.ovale.com.br/_conteudo/brasil/2020/05/103176-medicos-brasileiros-estao-menos-confiantes-no-envolvimento-da-populacao-contra-covid-19–diz-pesquisa.html

Portal Hospital (Brasil) https://portalhospitaisbrasil.com.br/pesquisa-mostra-o-que-os-medicos-da-america-latina-pensam-sobre-o-coronavirus/

SEGS (Brasil) https://www.segs.com.br/saude/225860-pesquisa-mostra-o-que-os-medicos-da-america-latina-pensam-sobre-o-coronavirus

RESEARCH CHOICES (Amsterdam) https://researchchoices.org/covid19/findings/report/48/latin-american-physician-survey-on-covid-19

ESOMAR (Amsterdam) https://www.esomar.org/uploads/public/knowledge-and-standards/documents/ESOMAR-Management-of-Covid-19-Measures.pdf

Telam  (Argentina)  Agencia  de Noticias del estado  https://www.telam.com.ar/notas/202004/449280-medicos-aprueban-las-medidas-del-gobierno-nacional-contra-el-coronavirus.html

Diario Clarín (Argentina) https://www.clarin.com/buena-vida/medicos-aprueban-medidas-tomadas-gobierno-preocupa-disponibilidad-recursos-produzca-pico_0_ofyhhukWN.html

Diario Clarín (Argentina) https://www.clarin.com/mundo/critica-situacion-medicos-latinoamerica-agudizo-coronavirus_0_Kpck3yxQI.html

Pagina 12 (Argentina) https://www.pagina12.com.ar/258239-coronavirus-las-medidas-sanitarias-tienen-alta-aprobacion-po

Codigo Salud (Argentina) https://codigosaludonline.com/2020/05/02/covid-19-que-dicen-los-medicos-encuesta-regional/

El Economista (Argentina) https://www.eleconomista.com.ar/2020-04-informe-pide-menos-fundamentalismo-y-mas-metodos-cientificos/

Ipsos (Colombia) https://www.ipsos.com/es-co/encuesta-regional-medica-sobre-covid-19 

Proceso (Honduras) https://proceso.hn/actualidad/7-actualidad/la-critica-situacion-de-medicos-en-latinoamerica-se-agudiza-con-la-pandemia.html

Excelsior (Mexico) https://www.excelsior.com.mx/global/al-relaja-medidas-pero-sigue-amenaza/1379340

La estrella (Panama) https://www.laestrella.com.pa/nacional/200413/medicos-estiman-pandemia-durara-dos

ABC (Paraguay) https://www.abc.com.py/edicion-impresa/internacionales/2020/05/01/america-latina-debe-prepararse-para-lo-peor-de-la-pandemia-aun-por-llegar/

Gestion (Peru) https://gestion.pe/peru/coronavirus-para-89-de-medicos-peruanos-estan-poco-o-nada-listos-para-enfrentar-virus-noticia/

El Observador (Uruguay) https://www.elobservador.com.uy/nota/medicos-uruguayos-creen-que-el-pais-tiene-infraestructura-adecuada-segun-encuesta-regional–202048184157

La Diaria (Uruguay) https://salud.ladiaria.com.uy/articulo/2020/4/en-america-latina-los-pacientes-con-covid-19-mas-criticos-tienen-entre-40-y-65-anos-segun-encuesta/

Diario Libre (USA) https://www.diariolibre.com/usa/actualidad/la-critica-situacion-de-medicos-en-latinoamerica-se-agudiza-con-la-pandemia-BN18267457

Agencia AFP (INT) https://www.afp.com/es/noticias/838/esta-america-latina-preparada-para-lo-peor-de-la-pandemia-doc-1qw6r52

 

 

 

 

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A FINE RECONHECIDA COM UM PREMIO INTERNACIONAL

Londres, Reino Unido, Oslo, Noruega e Nova York, NY – 10 de setembro de 2019: Confirmit Inc. anunciou hoje os ganhadores dos prêmios AIR (Achievement in Insight and Research) de 2019.

O AIR Awards foi criado para reconhecer os clientes de Confirmit que tem impulsionando o setor de Pesquisa de Mercado, demonstrando inovação e excelência para aprimorar o desempenho dos negócios.

Ken Østreng, CEO da Confirmit, diz sobre o programa: “A otima pesquisa está no coração da tomada de decisões de negócios . Temos o prazer de reconhecer as pessoas e empresas cuja dedicação à inovação e insight está impulsionando o setor de Pesquisa de Mercado. Parabéns a todos os nossos ganhadores, estamos orgulhosos de fazer parte das suas histórias.

Diego Casaravilla, CEO da Fine Research, disse:“ Obrigado por confirmar este maravilhoso reconhecimento, que é uma grande motivação para a equipe da FINE para continuar trabalhando em busca da excelência. Estamos particularmente orgulhosos de ser a primeira empresa latino-americana em ganhar o prêmio AIR. Também estamos muito entusiasmados por sermos reconhecidos como vencedores do Judges ‘Choice na categoria Projeto e Inovação. ”

Os juízes foram Kristin Luck, fundadora da ScaleHouse, Dangjaithawin Anantachai, diretora administrativa da INTAGE Tailândia e Vanessa Oshima, fundadora e presidente da Heart. Data inc.

VEJA A NOTA ORIGINAL COMPLETA

Na foto Emilia Gomez da FINE ARGENTINA e Flavia Abe da FINE BRAZIL recebendo o premio no stand da Confirmit na Edimburgo durante o congresso anual da Esomar.

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